Em um dos piores anos de toda sua existência, o Internacional iniciou a temporada repleto de incógnitas e desafios, dentre eles o principal seria a reconstrução da equipe.
O Inter iniciou 2017 tendo como Antônio Carlos Zago seu treinador. Profissional jovem, que vinha de uma boa passagem pelo Juventude (bom Gauchão, boa Copa do Brasil e acesso para série B). Porém Zago tinha em seu perfil, características de troca de passe, valorização da posse de bola e um jogo menos vertical (um pouco mais reativo).
Equipe demorou para se encontrar no gauchão e o desempenho só melhorou após a adoção do esquema 4321.
Após a derrota na final do Gauchão para o Novo Hamburgo e um início cambaleante na Série B, Zago foi demitido em 5 meses de trabalho.
Para substituir o treinador, a direção colorada optou por Guto Ferreira, que vinha de bons trabalhos na Chapecoense, Ponte Preta e Bahia. Porém as características do novo treinador divergiam muito do técnico anterior. Guto, apesar de também estar mais familiarizado no jogo reativo, ele costuma utilizar muitas bolas longas e ligações diretas para as construções ofensivas.
Com Guto Ferreira, equipe alcançou o melhor momento da temporada, com uma sequências de vitórias, que o colocou na liderança da competição. O equilíbrio da equipe ocorreu com o esquema 4141 (com Sasha e Pottker nas extremas e Damião na referência).
Com pouco mais de 5 meses à frente da equipe, Guto emplacou uma sequência sem vitórias, que culminou na perda da liderança da série B. O empate em casa para o Vila Nova foi a gota-d'água para a direção.
Para as últimas 3 rodadas, Odair Helmann assumiu o comando técnico da equipe, onde o Inter conquistou 7 dos 9 pontos disputados.
Abaixo veremos o balanço de toda esta história: